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A halitose é um mau que atinge 40% da população brasileira. O problema maior é que o dono do mau hálito é sempre o último a perceber

Quatro em cada dez pessoas sofrem de mau hálito, um mau que atinge entre 30% e 40% da população brasileira. A halitose é o nome científico usado para o mau hálito, que não é uma doença e sim um sintoma de má higiene bucal ou de que tem alguma coisa errada com o organismo. A moçada de Americana está consciente do problema. Mas adianta que não perdoam e evitam relacionamentos com as pessoas que tem esse pequeno probleminha. Isolamento. Sentir que as pessoas estão te evitando talvez seja o principal “sintoma” do mau hálito, já que o dono do problema é o último a perceber que alguma coisa não está bem.

A preocupação com a halitose é tamanha que ganhou até um dia especial no calendário. Hoje é o Dia Nacional de Combate a Halitose.

A estudante Viviane de Jesus Martins, 15 anos, passou por uma situação delicada. Ela estava apaixonada por um rapaz, mas no primeiro beijo todo o sentimento desapareceu. Com vergonha de comentar sobre o problema ela saiu de fininho e não o procurou mais. “Foi insuportável. Nunca mais!”, disse, a estudante, que nem mesmo aplicou aquele velho recurso de ... quer uma balinha?.

Já a estudante Josiane da Silva Godoy, 16 anos, disse que não fica e muito menos namora com quem tem mau hálito. A garota terminou um relacionamento de quatro meses porque não aguentava o gosto de cigarro dos beijos do namorado. Josiani chegou a chantageá-lo e disse para ele escolher entre o namoro e o cigarro. “Ele disse que não conseguia ficar sem o cigarro e nós terminamos”, disse.

Nem sempre a pessoa que tem halitose sabe do problema, pois está habituada com o cheiro. Mas esse não é o problema de um dos amigos de Vanessa Aparecida Vespasiano, 15 anos. “Já conversei com esse amigo sobre o mal cheiro, mas ele parece não se importar”, disse.

Wagner José Vespariano Júnior, 16 anos, contou um caso que deu certo. Os amigos da escola estavam incomodados com um professor que tinha halitose e não sabia. “A representante de classe foi falar com ele e nós ficamos aliviados”, disse brincando.
Assim como as garotas o rapaz não perdoa e disse que não ficaria com uma garota com mau hálito. “Ela pode ser a mais bonita de todas, mas eu não entro nessa”, diz. Ele comentou que acha desagradável dizer para a menina que o beijo não está agradável e prefere ficar só.
Josiani, Viviane, Vanessa e Wagner acreditam que os problemas da halitose estão relacionadas à algum problema no organismo. E elas estão certas.

Segundo o dentista Maurício Duarte da Conceição, de São Paulo, um dos pioneiros no tratamento da halitose, há registros de casos por razões patológicas como a diabetes e a uremia. Feridas, cáries e má alimentação também são alguns fatores que contribuem com o aparecimento da halitose.

Existe mais de 50 causas para a halitose e uma das principais é a xerostomia, que diminui a quantidade de saliva, que favorece a formação da placa bacteriana lingual. Ela é formada por restos alimentares, células que não descamam da mucosa bucal e bactérias que se alimentam das proteínas. Quando isso acontece há uma liberação de enxofre. Outro fator que colabora com o aparecimento da halitose é o uso de alguns remédios.

“Precisamos olhar o paciente como um todo, pois a ansiedade, o estresse e a depressão, são comuns nos dias de hoje, podem acabar causando o mau hálito por gerar, por exemplo, a hipoglicemia que diminui o fluxo salivar”, disse o dentista.

Essa moçada disse que compreende o problema do mau hálito e por isso vai colaborar com a divulgação da Campanha de Combate a Halitose distribuindo balas aos amigos da escola durante o dia de hoje. 

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