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Jornais
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Jornal Folha Universal - 30/10/2011 Edição 1.034
Avisar que alguém tem mau hálito é tarefa das mais constrangedoras. Para tentar ajudar, algumas entidades já oferecem serviços que alertam, por e-mail ou carta, quem tem o problema. Tudo de forma educada e, é claro, sem revelar o remetente. Leia mais
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Jornal Correio popular - abril de 2009
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Jornal Agora São Paulo - abril de 2008
Existem mais de 50 possíveis causas para a halitose, mas 90% dos casos ocorrem por desordens bucais tais como a má higiene bucal, doenças da gengiva, saburra lingual (formação de placa bacteriana na língua), alterações na saliva ou problemas nas vias aéreas superiores, principalmente os cáseos amigdalianos (placa bacteriana nas amígdalas). Leia mais
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Jornal da Uniban - Outubro de 2007
A saburra lingual é uma das principais causas da halitose “Os primeiros sintomas podem ser a sensação de boca seca, alteração de paladar, sangramento gengival e o surgimento de placa bacteriana na língua. Quando aparecerem os sintomas, a sugestão é procurar um profissional capacitado a tratar o problema, pois existem diversos tipos de halitose”, comentou o especialista Maurício Duarte.
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Jornal Folha Equilíbrio - Junho de 2006
Algumas orientações básicas para evitar o incômodo são evitar jejum acima de quatro horas, beber muito líquido, escovar bem os dentes e a língua e usar fio-dental. Leia mais
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Jornal Canal Arcóxia - Junho de 2006
O estresse é um dos fatores da halitose. Ele provoca no organismo inúmeras reações químicas importantes. Uma delas é a liberação dos hormônios adrenalina e cortisol, que causam algumas reações significantes como o aumento dos batimentos cardíacos e da freqüência respiratória, e a diminuição do fluxo salivar (hipo-salivaçâo). Esta, por sua vez, leva a um aumento da concentração de mucina, proteína presente na saliva, responsável pela sua viscosidade, proporcionando uma saliva mais espessa e pegajosa.
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Jornal Correio Popular - Janeiro de 2006
Segundo o dentista, mais de 90% dos casos de mau hálito ocorrem por problemas bucais e os cáseos amigdalianos são a terceira causa mais freqüente.
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Jornal Correio Popular - Setembro de 2005
O objetivo da pesquisa do dentista Maurício Duarte da Conceição, é comprovar a eficiência do enxaguatório para diminuir ou interromper a formação dos cáseos. Leia mais
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Jornal Folha Equilíbrio - Setembro de 2005
A Clínica Halitus está selecionando voluntários portadores de amidalite caseosa (que tem formação de placas bacterianas). Leia mais
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Jornal Folha da Região - Julho de 2005
Desde que o mundo é mundo, as pessoas se lamentam do mau hálito, ou halitose. Há mais de 3 mil anos, o médico grego Hipócrates já prescrevia um bochecho de vinho com ervas aromáticas para melhorá-lo. E um jovem fabricante de cosméticos, na velha Roma, ficou rico quando inventou e começou a produzir essência de hortelã para tratar o problema.
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Jornal Folha de São Paulo - Junho de 2005
“Os jovens, em especial, deixam de sair de casa, deixam de beijar e até de namorar, porque têm vergonha. Deixam de interagir com as pessoas sendo, que o problema é facilmente corrigido."
Ao menos 60 fatores podem ser responsáveis pelo mau hálito mas os principais —cerca de 90%— se manifestam na boca. Em um dos casos, o odor ruim acontece depois que bactérias presentes na boca decompõem algumas proteínas. Leia mais
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Jornal SP Agora - Setembro de 2004
Além de provocar outros problemas, o estresse é uma das causas do mau hálito. O aspecto emocional tem muita influência no aparecimento da halitose, pois facilita o aparecimento da hiposalivação (diminuição da produção de saliva) ou da hipoglicemia (nível baixo de açúcar no sangue), ambas com grande potencial de causar o mau hálito.
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Jornal Estado de Minas Gerais - Setembro de 2004
Segundo o presidente da ABPO, Maurício Duarte da Conceição a halitose não é uma doença e sim sintoma de que algo no organismo está em desequilíbrio, precisa ser detectado e tratado. “O problema é que geralmente essas pessoas não sabem que tem esse mal porque as células responsáveis pelo olfato rapidamente se adaptam ao odor constate”, explica.
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Jornal Diário de São Paulo - Setembro de 2004
"Isso pode interferir de várias formas. A pessoa evita falar de perto, muitas vezes deixa até de se manifestar, de participar, de dar opiniões. Tem medo da reação dos outros. Em alguns casos, é preciso, além do tratamento clínico, o acompanhamento psicológico para que o paciente readquira a confiança de falar em público" Leia mais
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Jornal Folha de São Paulo - Fevereiro de 2004
Quanto mais retraída a pessoa ficar, menos falar no problema, mais disfarçá-lo com gomas de mascar ou comportamentos arredios, maior a chance de agravá-lo.
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Jornal Nippo-Brasil - Dezembro de 2003
A diminuição de saliva bem como a respiração bucal, por ressecarem a boca e permitirem a descamação de células da mucosa oral, provocam a “saburra lingual”, uma placa esbranquiçada localizada no fundo da língua e também os “cáseos amigdalianos”, que são bolinhas ou flocos esbranquiçados ou amarelados, formados nas amígdalas, que provocam a alteração no odor bucal. Leia mais
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Jornal APCD - Abril de 2003
Para agravar a situação, muitas vezes o paciente com dificuldades emocionais procura um psiquiatra, que o medica com antidepressivos, ansiolíticos ou calmantes, que por sua vez pioram o quadro da halitose, por diminuir ainda mais a produção de saliva como efeito colateral". Leia mais
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Jornal Diário de São Paulo - Fevereiro de 2003
0s estressados têm agora mais um motivo para se preocupar. Além de ser responsável por uma série de problemas como hipertensão, gastrite, dor de cabeça, tensões musculares e até mesmo ataques cardíacos, o estresse está entre as principais causas do mau hálito. Leia mais
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Jornal Vale do Paraibano - Setembro de 2001
Na terceira idade, a medicação exigida em tratamentos de doenças comuns nesta fase da vida causa mau hálito. Diuréticos, calmantes, antidepressivos, hipotensores, medicamentos contra diabetes, antialérgicos, laxantes, anti-ácidos, soníferos, descongestionantes e remédios para tratar o Mal de Parkinson favorecem o aparecimento do problema por ressecarem a boca, efeito conhecido como xerostomia.
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Jornal Vale do Paraibano - Novembro de 2000
Nos Estados Unidos, estima-se que são gastos de US$ 1 bilhão a US$ 2 bilhões por ano em produtos de bochechos, vaporizadores, gomas de mascar e outros que agem como moderadores, sem efeito duradouro no combate à halitose.
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Jornal Diário do Povo - Setembro de 2000
"A principal meta da entidade, ao instituir uma data-símbolo para se lembrar particularmente do problema e lançar a campanha, é o de esclarecer a população sobre como identificar a halitose, suas causas ou fatores desencadeantes e os meios existentes para combatê-la."
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Jornal Valor Econômico - Setembro de 2000
As pessoas que sabem sofrer de halitose costumam ser aficcionadas por enxaguatórios bucais, chicletes balas. Os recursos ajudam, mas são paliativos. Com exceção das soluções anti-sépticas com álcool, que só pioram o quadro por desidratarem a boca. Leia mais
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Jornal O Roteiro - Setembro de 2000
Hoje já existe um aparelho de alta tecnologia chamado halímetro que mede, em partículas por bilhão, a quantidade desses compostos presentes na boca. Com esse aparelho é possível o medir a gravidade do problema, acompanhar a evolução do tratamento e também diagnosticar pacientes com Halitose psicogênica, ou seja, pacientes que têm certeza que tem mau hálito mas não o tem. Leia mais
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Jornal Diário do Vale do Paraíba - Setembro de 2000
Esse é o momento ideal para o lançamento de uma campanha permanente de prevenção e combate à Halitose (o popular mau hálito), problema que tem constrangido, desagregado, e em muitos casos, até isolado socialmente grandes contigentes de pessoas em todo o país.
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Jornal Correio Popular - Setembro de 2000
Segundo o membro-fundador da ABPO, o dentista Maurício Duarte da Conceição, é importante a conscientização de que o mau hálito é um sintoma e não uma doença. Quase sempre, é resultado da saburra lingual acúmulo de restos de alimentos, células descamadas da mucosa e bactérias na língua. Em estado de decomposição, esse material elimina enxofre.
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Jornal Saúde Folha Vale - Setembro de 2000
São muitos os relatos dos nossos pacientes a respeito da verdadeira "via sacra" que já fizeram em busca de uma solução definitiva para um problema que muito os aflige. O mau hálito pode ser um problema que vai desde o constrangimento em alguns momentos, na presença de determinadas pessoas, até um mal que isola o indivíduo do convívio social saudável, afetando sua vida profissional e pessoal.
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Jornal O Dia - Setembro de 2000
Geralmente quem sofre desse problema não sente. Isto ocorre por um mecanismo natural de defesa do organismo em que as células responsáveis pelo olfato rapidamente se adaptam a um determinado odor, e a pessoa deixa de senti-lo se ele for constante. Leia mais
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Jornal O Roteiro - Agosto de 2000
E normal ter halitose ao acordar, que se dá pelo jejum da noite associado à redução do fluxo salivar que acontece normalmente durante o sono. Após ingerir o café-da-manhã e escovar os dentes, esse hálito deve desaparecer. Se isso não ocorrer, existe algo em desequilíbrio no organismo que deve ser investigado e tratado.
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Jornal Diário do Grande ABC - Agosto de 2000
A halitose chega a ser motivo de separação entre casais e pode prejudicar a área profissional para quem tem contato com o público, como corretores, vendedores e advogados. Para tentar atenuar o problema, as pessoas que sofrem de mau hálito fazem uso constante de escovas, soluções anti-sépticas, chicletes e balas, entre outros recursos, mas não conseguem eliminar a causa.
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Jornal Gazeta de Pinheiros, Morumbi News, São Paulo News - Outubro de 2000
Sofro com problema de mau hálito e quero encontrar um especialista nesse assunto. A quem devo recorrer? Leia mais
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Jornal O Estado do Paraná - Setembro de 2000
Nada agradável, a halitose, palavra originária do latim halitu (ar expirado) e osi (alteração), mais conhecida como mau hálito, costuma trazer uma série de problemas a suas vítimas, atrapalhando seus relacionamentos pessoais. O mal, que atinge entre 30 e 40% da população brasileira, fazendo com que de cada dez pessoas quatro tenham o problema, tem mais de cinqüenta causas, sendo que 90% dos casos são de origem bucal.
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