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Os 02 objetivos principais do tratamento do hálito em nossa clínica são, devolver ao paciente um hálito fresco e agradável e, principamente, permitir ao paciente que ele recupere a segurança em seu hálito

Ou seja: Bom hálito e Segurança !!

Quem tem halitose ou acredita que tem o problema, têm como consequências grandes transformações no seu contato social, profissional, afetivo e familiar. Muitas vezes, acaba ficando isolado no meio em que convive, afetando suas relações íntimas (família, casamento, namoro) e até seu desempenho profissional.

É comum que o portador de mau hálito chegue em nossa clínica descrente em qualquer solução para seu problema, pois ele já tentou inúmeras soluções e tratamentos, usando diversos remédios, submetendo-se a endoscopias, cirurgia de estômago, cirurgia para extração das amígdalas, de dentes, trocas de restaurações e de próteses, etc., sem obter resultados satisfatórios.

Normalmente o paciente portador de mau hálito se sente muito preocupado com a reação das pessoas. Se coçarem ou passarem a mão no nariz ao seu lado ou se alguém lhe oferecer balas ou chicletes, ele já vai achar que o problema é com ele, por causa do seu hálito.

Comumente observamos também, que pessoas que já tiveram mau hálito e que devido a condutas que adotaram, não têm mais o problema, continuam a acreditar que têm, devido principalmente à boca amarga e/ou seca persistentes, a interpretar errôneamente a reação das pessoas e a nunca terem conversado a respeito do seu problema com ninguém, literalmente sofrendo caladas por anos a fio, e com isso, agravando ainda mais a sua insegurança e mal estar.

Em função disso, a questão comportamental e psicológica assume grande importância para nós. O paciente irá através de nosso tratamento, não apenas eliminar o seu mau hálito, bem como, terá a perspectiva de voltar a ter uma vida normal, pois daremos a ele o suporte necessário para que ele recupere sua segurança, naturalidade e autoestima, muitas vezes abaladas por conviver durante anos com o problema.

Como mencionamos acima, os objetivos de nosso tratamento são devolver ao nosso paciente um hálito fresco e agradável e também a sua segurança, autoestima, espontaneidade e naturalidade.
Para isso utilizamos técnicas comportamentais/cognitivas, que são utilizadas para casos de fobia específica ou fobia social (circunscrita ou generalizada), adaptadas ao tratamento da halitose e já utilizadas em mais de 3.000 pacientes, com um ótimo índice de sucesso.

Assim, é fundamental fazer o diagnóstico diferencial ao tratar pacientes com halitose objetiva, halitose controlada, halitose subjetiva, pacientes com grau de dificuldade III no tratamento das consequências da halitose, ou ainda, com a presença persistente de alteração de paladar. 

Ainda existem discussões científicas a respeito desta classificação, no entanto, em nossa clínica e cursos as definimos da seguinte maneira:

Halitose objetiva, com a presença ou não de muitas consequências:

A pessoa tem um mau hálito evidente, que é percebido por pessoas que com ela convivem, sendo confirmado em consulta pelas leituras do Halimeter e o teste organoléptico, podendo ser acompanhado ou não de muitas consequências da halitose.

Existem alguns sinais claros que evidenciam a presença do mau hálito como, por exemplo, a presença de saburra lingual, cáseos amigdalianos, hiposalivação, má higiene bucal, gengivite, periodontite, impactação alimentar, hipoglicemia, entre outros. A frequência de pacientes com halitose objetiva  em nossa clínica é uma condição comum, sendo que  na maioria dos casos é acompanhado de muitas consequências, sendo que o paciente tem ciência de seu problema.

Em poucos casos, especialmente nos casos aonde o paciente veio por encaminhamento da esposa ou marido ou ainda, trazido(a) pelos pais, em caso de pacientes adolescentes, os pacientes normalmente têm poucas consequências em seu dia a dia pelo fato de não terem ciência de seu problema.

Halitose controlada,  com a presença de muitas consequências:

A pessoa desenvolveu muitas consequências da halitose e existem alguns sinais claros que evidenciam a presença do mau hálito como, por exemplo, a presença de saburra lingual, cáseos amigdalianos, hiposalivação, má higiene bucal, gengivite, periodontite, impactação alimentar, hipoglicemia, entre outros. 

Entretanto, os amigos e familiares que convivem com ela não percebem um mau hálito evidente. Normalmente o que ocorre nestes casos é que a Halitose foi total ou parcialmente controlada devido a condutas que a pessoa aprendeu e vem adotando ou a halitose pode ser leve mas não ser percebida por pessoas próximas, devido a sempre ser mascarada por balas, chicletes e/ou enxaguatórios bucais.


Assim, a pessoa tem uma forte convicção que a halitose ainda persiste e que não dizem a verdade sobre seu hálito. 

As leituras do Halimeter e o teste organoléptico (checagem do hálito do paciente feita pelo profissional) podem ser normais ou levemente alteradas, mas a pessoa normalmente acredita que sua halitose é proporcional às suas alterações comportamentais (insegurança, isolamento social, baixa autoestima, etc.), ou seja, ela acredita ter uma halitose moderada ou forte. 

Em raros casos pode ser necessário o trabalho associado a um(a) psicólogo(a). A frequência de pacientes com halitose controlada e muitas  consequências  em nossa clínica é uma condição comum.


Halitose subjetiva com a presença de muitas consequências:

A pessoa acredita ter mau hálito, tendo muitas consequências, não tendo evidências para que o mau hálito possa se manifestar ou seja, não existem sinais que evidenciem a presença da halitose como, por exemplo, a presença de saburra lingual passível de provocar halitose, hiposalivação, má higiene bucal, gengivite, periodontite, cáseos amigdalianos, impactação alimentar, hipoglicemia, etc.. As leituras do Halimeter e o teste organoléptico (checagem do hálito do paciente feita pelo profissional) são normais.

Em raros casos pode ser necessário o trabalho associado a um(a) psicólogo(a). A frequência de pacientes com halitose subjetiva em nossa clínica é uma condição relativamente rara.

Grau de dificuldade III de tratamento das consequências da halitose:

Menos de 0,5% dos pacientes tem um pânico quase que mórbido em ter mau hálito, mas este, ou não está presente ou está adequadamente controlado pelo paciente, mediante as condutas que ele adota, tendo muitas consequências em seu dia a dia, devido à convicção inabalável em ter um mau hálito forte, que é percebido por todos.

Normalmente a pessoa sofre de ilusões à respeito do comportamento alheio a respeito do seu hálito, ela acaba por sofrer um isolamento social que pode afetar o sua vida profissional, afetiva e familiar, e não raro, podem ter sintomas de neuroses e psicoses associados, como a depressão, transtorno afetivo bipolar, comportamento obsessivo e/ou compulsivo e fobia social generalizada.

Nesses  casos é fundamental o tratamento em conjunto a um(a) psicólogo(a) e/ou psiquiatra, para aumentar as chances de um resultado efetivo. A frequência de pacientes com grau III de dificuldade no tratamento das consequências da halitose em nossa clínica é uma condição rara.


Alteração de paladar / Boca amarga:

É muito comum que a principal queixa associada ao mau hálito seja uma sensação de alteração de paladar (gosto amargo ou alterado) e ser esta sensação que leva a pessoa a acreditar que ela tenha mau hálito, o que pode ou não ser verdade.  A frequência de pacientes com alteração de paladar em nossa clínica é uma condição muito comum.

Em mais de 95% dos casos a sensação de paladar alterado irá ser resolvida com o tratamento do mau hálito, desde que o paciente siga as recomendações fornecidas em consulta.

Será feita uma investigação detalhada para verificar as causas desta alteração e normalmente a sensação de alteração no paladar está associada à presença de saburra lingual, cáseos amigdalianos, hiposalivação, hipoglicemia e à deficiência de vitaminas ou óligo elementos (minerais essenciais ao funcionamento do organismo), especialmente a vitamina A e o Zinco.

Em menos de 5% dos casos de alteração de paladar tratados em nossa clínica, o paciente pode ter desordens fisiologicas relacionadas a gustação e ao olfato. Isso pode fazer com que ele tenha a impressão que está com mau hálito, pois associa as alterações de seu paladar e olfato à alteração de seu hálito, o que nem sempre corresponde a realidade.

Raramente, esta alteração senso perceptiva (de paladar alterado) pode revelar os primeiros sintomas de doenças sistêmicas como, por exemplo, o diabetes mellitus, a anemia, desordens neurológicas ou outras causas, que embora sejam raras, necessitam ser investigadas e tratadas ou, encaminhadas para o tratamento adequado com o especialista correspondente. 


Nossas estatísticas:

Estatísticas realizadas nos anos de 2008/2009 com 500 pacientes de nossa clínica, revelaram que pouco mais de 60% dos pacientes tinham um mau hálito leve, intermitente (em alguns dias que tinham halitose, em outros não) ou um hálito normal. 

Entretanto, com relação às consequências da halitose, mais de 90% dos pacientes tinham consequências moderadas ou severas, ou seja, tinham um hálito normal ou apenas levemente alterado, mas com uma forte convicção em ter uma halitose severa, o que motivava e alimentava ainda mais a insegurança, baixa autoestima e isolamento social dos pacientes.


Tratamentos:

Todas as manifestações acima trazem grandes transtornos pessoais nas áreas afetiva, profissional, social e familiar de nossos pacientes. Eles nos relatam que perdem sua naturalidade, espontaneidade, segurança e usam de artifícios tais como não falar de perto, uso constante de balas e chicletes e se esquivar do convívio social e profissional que envolva contatos mais próximos com as pessoas.

Os aspectos psicológicos e comportamentais do mau hálito e suas consequências são tratados em nossa clínica, pois nosso tratamento visa, além de eliminar a halitose, devolver a nosso paciente, a segurança e autoestima perdidas devido à presença do mau hálito ou da convicção em ter o problema. 

Isso é feito através de um apoio ao seu lado psicológico e emocional durante e após o tratamento. Em raros casos (menos de 3%) é necessário o encaminhamento e acompanhamento de um(a) psicólogo(a) ou psiquiatra para tratamento conjunto.

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